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Economia
& Energia |
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e&e No 25 Aplicação de
Coeficientes
da Matriz de Emissões Aplicação de Coeficientes da Matriz de Emissões Coeficientes de Emissão em Veículos Pesados
Matriz Energética e de Emissões
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Coeficientes
de Emissão em Veículos Pesados (anterior)
AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES EM VEÍCULOS PESADOS 1 Fatores de rateio de consumo Na Tabela -1 estão indicados a participação no consumo por categoria de veículos pelos diversos anos. Tabela -1
2 - Consumo Específico Médio da Frota. O consumo específico médio para a frota será usado para converter os coeficientes de emissão de g/kWh para g/l combustível e é calculado como a média ponderada dos consumos específicos das categorias (constantes da informação da Mercedes Benz), sendo o fator de ponderação o produto da participação de cada categoria na frota pela potência nominal da categoria. O resultado do cálculo para o período considerado é o consumo específico médio de 195 g/kWh com desvio relativo médio de 0,3%. 3 - Índices de Emissão. Os índices estão apresentados na tabela do Anexo 3, incluindo para 1993, os índices da ECE-R 49, na unidade adotada pelo PROCONVE (grama de poluente por kWh). Para facilitar o cálculo das emissões ano a ano, os índices PROCONVE estão convertidos em índices para a frota de cada ano, com o uso do consumo específico médio para a frota (195 g/kWh). 4 - Difusão das Melhoria Tecnológicas pela Frota O PROCONVE exige a fabricação e venda de 80% dos motores que atendem os índices de cada fase no mesmo ano de vigência da fase, permitindo diferir os 20% para a fase seguinte. Com esta medida, a diminuição dos índices de emissão para veículos novos propaga-se gradativamente para a frota, como mostra o Gráfico abaixo.
Figura 1: Evolução dos índices de Emissão No caso presente, dada a pequena amplitude do intervalo estudado, o cálculo do efeito da difusão da tecnologia sobre os índices de emissão foi simplificado, considerando que a fração de veículos novos vendidos em 1997, ano de maior incidência do diferimento, representa 6% da frota do ano e que a probabilidade de sucatar-se um veículo com 3 anos de fabricação é menor que 3% (segundo a logística usada). Portanto, o diferimento atingiria, para 1997, menos de 0,3% da frota, o que, a nosso ver, não compensa o esforço requerido pelo cálculo detalhado. Aceita a aproximação, podemos elaborar a tabela de difusão da tecnologia (Tabela 2). Tabela 2 - Difusão da Tecnologia Milhares de veículos
Obs. 1 - A expressão em milhares de veículos justifica-se pelo número de algarismos significativos dos índices de emissão (3 no máximo). 2 - Antes de 1994, os índices de emissão de CO, HC e NOx não eram especificados. 5 - Efeito das Novas Tecnologias sobre os Índices de Emissão A distribuição dos veículos por fases de implantação do PROCONVE reflete-se nos índices de emissão, conforme mostra a Tabela- 3, a seguir: Tabela 3 - Índices de Emissão para a Frota (cf. Portaria IBAMA).
Por conveniência para os cálculos, os índices acima são convertidos para g/l usando o consumo específico médio para a frota (195 g/ kWh) e a densidade do óleo (852 g/l) como é mostrado na Tabela -4. Tabela 4 - Índices de Emissão para a Frota em g / litro de combustível.
6 - Cálculo das Emissões pela frota a cada ano Com os dados do BEN, introduzimos o consumo de óleo diesel no Setor Rodoviário e usamos os índices de cada ano para obter as emissões pela frota.(Tabela - 5). Tabela 5 - Emissões pela frota Diesel.
7- Emissões por Categoria de Veículos Calculadas as emissões pela frota, as emissões por categorias são calculadas pelo rateio do consumo (Tabelas 6, 7 e 8). Tabela 6 - Emissões de CO por categoria de veículos (mil toneladas)
* total para controle Tabela 7 - Emissões de HC por categoria de veículos (mil toneladas)
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