Economia & Energia
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ISSN 1518-2932

   

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Carlos Feu Alvim

 

O Capital Nacional - e&e 01

Carlos Feu Alvim.

Não existe país desenvolvido sem educação básica universal, pública e gratuita e predomínio de capital nacional

A Produtividade do Capital - e&e 01

Carlos Feu Alvim

O capital não tem estado entre as preocupações com a produtividade que tem caracterizado esta fase de globalização.Os investimentos e crescimento no Japão, Coréia e Brasil são analisados.

Oportunidades e Limites do Mercosul - e&e 02

Carlos Feu Alvim

O Brasil descobriu, a partir da criação do Mercosul, que tinha vizinhos do ponto de vista comercial. Uma análise da potencialidade do comércio externo brasileiro e do Mercosul é apresentada.

Alquimia Econômica - e&e 03

Carlos Feu Alvim

Alguns aspectos da balança comercial brasileira são analisados.

A Depleção do Petróleo - e&e 04

Carlos Feu Alvim

Omar Campos Ferreira

Uma análise das perspectivas do petróleo dentro do contexto brasileiro é apresentada.

O Neointervencionismo ou

Os Neoliberais e o Liberalismo- e&e 04

Carlos Feu Alvim

A âncora cambial é um dos pilares do Plano Real e de outros planos de estabilização adotados por países em desenvolvimento.
A intervenção sobre as taxas de juros para conter a demanda constitui uma segunda importante intervenção financeira, além do controle do câmbio. Essas duas severas intervenções acarretam conseqüências importantes para o conjunto da economia.
Novas intervenções corretivas, agora postas em prática, fazem pensar se não seria melhor reduzir a influência do Governo na área financeira e confiar mais nas leis de mercado.

Reservas Internacionais: Causa ou Solução da Atual Crise Econômica no Brasil. - e&e 05

Carlos Feu Alvim

Defender o Real contra a investida dos especuladores sobre as reservas internacionais brasileiras tem sido a justificativa maior das duras medidas econômicas a que vem sendo anunciadas para a economia brasileira neste Novembro de 1997. Avaliamos a evolução dessas reservas e a comparamos com a de outros países. 

O Custo das Reservas Internacionais II ou a Dívida Invisível - e&e 06

Carlos Feu Alvim

Em complemento ao artigo anterior em e&e 05 são estimados o custo das reservas internacionais brasileiras considerando a acumulação do capital e o indireto, devido à necessidade de aumentar a taxa de juros interna para manter essas reservas.

Como Aumentar a Produtividade de Capital - e&e 07

Carlos Feu Alvim

A produvividade do capital está em declínio no Brasil. Sendo o capital o insumo que estrangula o crescimento econômico do Brasil discute-se como aumentar esta produtividade. Questiona-se a prioridade da produtividade de mão de obra em detrimento da global.

Vendas e Frota de Veículos Otto no Brasil - e&e 07

Carlos Feu Alvim

Antônio José Guimarães de Oliveira

José Antônio Silvério

A evolução da frota de veículos de passeio e carga leve, essencialmente do ciclo Otto no Brasil, é descrita. As vendas nos últimos anos parecem indicar um novo patamar de frota. A trajetória para esta frota implicaria uma queda significativa das vendas de veículos nos próximos anos a menos que seja acelerado o ritmo de renovação e sucatamento da frota existente.

Crises, Dívida, Pacotes, Planos e Inflação - e&e 10

Carlos Feu Alvim

Um breve acompanhamento da economia brasileira com o histórico de, inflação, juros, dívida e reserva. Os pacotes econômicos e planos e seus  confiscos. A formação da dívida interna que a crise brasileira está convertendo em externa.

A Concordata nas Empresas e a Dívida Pública - e&e 11

Carlos Feu Alvim

Quando a situação de econômica de uma empresa é sustentável e ela tem dificuldades financeiras a concordata pode ser uma saída. Um pacto social pode permitir ao Governo usar seu patrimônio pode aliviar consideravelmente sua dívida. Se prosseguir pagando os juros altíssimos que está pagando liquidará rapidamente esse patrimônio sem liquidar a dívida.

Energia, Primária, Final, Útil e

Equivalente e Atividade Econômica - e&e 16

Carlos Feu Alvim

Omar Campos Ferreira

Frida Eidelman

José Goldemberg

Atividade Econômica e uso da energia apresentam uma correlação óbvia. Para expressar esta relação em termos globais foram utilizadas várias abordagens. Neste trabalho propõe-se o uso de energia equivalente para estudar esta relação. Os resultados são apresentados para países de estágio de desenvolvimento bastante diferenciados e comparados com os obtidos usando-se energia primária, final, útil e equivalente.

O Fim da Modernidade? - e&e 16

Carlos Feu Alvim

O Presidente FHC, ao endossar recentemente o acordo que suspendeu por um ano a prática do auto-serviço em postos de combustível decretou simbolicamente o fim da modernidade como dogma governamental. Seria uma nova direção de Governo adotada por alguém que, como o Poeta, cansou de ser moderno ou apenas um ato pontual?

Energia Equivalente - Método Simplificado a partir de Dados em Energia Final - e&e 18

Carlos Feu Alvim

Omar Campos Ferreira

Frida Eidelman

José Goldemberg

No número 16 apresentamos resultados de conversão para Energia Equivalente de dados para vários países agregados em três setores econômicos. Neste número descrevemos a metodologia aplicada ao Brasil e uma metodologia simplificada para obter a energia equivalente a partir dos dados dos Balanços da OCDE.

O ano 2000 chegou... Saúde! 

ou a Rede Sarah e a Saúde - e&e 18

Carlos Feu Alvim

O Dr. Campos da Paz instalou na Rede Sarah um novo conceito de Serviço Público.

Valor Agregado por Setor e o Consumo de Eletricidade - e&e 26

Carlos Feu Alvim

O consumo de energia por unidade de produto é muito diferente entre os setores. Existe um valor limite de redução do uso de energia em uma unidade de produção onde a atividade econômica correspondente é simplesmente suprimida e com ela o valor que agrega ao PIB. Se o corte de energia não levar em conta essa realidade haverá uma redução da atividade econômica quase na mesma proporção da redução do abastecimento da energia elétrica.

Faltam Investimentos e não é só em Energia - e&e 27

Carlos Feu Alvim

O colapso que atingiu o setor elétrico, como já assinalamos ao comentar a crise no número anterior, é apenas um dos aspectos da falta de investimentos que vem limitando nosso crescimento desde o início da década de noventa. Falta energia elétrica, falta água em algumas cidades e a estrutura viária não suporta o crescimento da frota de veículos. O aumento da produção não consegue ser escoado adequadamente

A Argentina tem Peso - e&e 29

Carlos Feu Alvim

A Argentina tem peso para sair da crise. Para isso deve romper um círculo vicioso que a colocou na atual situação.

Uma alternativa para a Argentina - e&e 29

Carlos Feu Alvim

Nos atrevemos a sugerir uma alternativa para a crise Argentina que é fruto de uma longa observação e reflexão sobre a situação naquele país. Nossas sugestões para um plano que poderia chamar-se Plano S ou Plano de Convertibilidade 2.

A Nova Utopia - e&e 32

Carlos Feu Alvim

As idéias mudaram e mudarão a História. Se as ideologias são a dogmatização das idéias a ausência de idéias significa o “fim da História”. As grandes mudanças no destino das nações se basearam em idéias e até em ideologias.Não queremos nem devemos voltar ao passado, ao contrário, necessitamos para o Brasil uma visão de futuro: de uma nova utopia.

Nossa Utopia: O Crescimento Econômico em uma Sociedade Democrática e mais Justa

ou Nova Utopia 1 - e&e 34

Carlos Feu Alvim

Procuramos traduzir de forma concreta nossos desejos de crescimento para o Brasil. Modestamente sonhamos dobrar, em duas décadas, a renda média brasileira. Não parece tarefa fácil mas vale a pena sonhar com o possível.

Nossa Utopia 2:

Taxa de Juros para Aumentar a Poupança Interna

Condição para Crescer - e&e 35

Carlos Feu Alvim

 Entre investimento e crescimento, existe uma correlação estreita onde causa e efeito se confundem e se realimentam. Com efeito, as perspectivas de crescimento induzem ao investimento que é, por outro lado, necessário para poder aumentar a produção.

Nosso diagnóstico é que o problema do crescimento econômico brasileiro vem das limitações da oferta e sendo preciso aumentar o investimento para voltar a crescer. 

O Uso Somente Pacífico da Energia Nuclear - e&e 36

Carlos Feu Alvim

O Brasil consolidou a confiança, frente à comunidade internacional e frente à opinião pública nacional, sobre suas intenções de uso somente pacífico da energia nuclear. Algumas declarações das novas autoridades foram incorretamente interpretadas como uma mudança de atitude. Isso não encontra respaldo na atuação anterior de vários membros proeminentes do atual governo. Ademais não existem, atualmente, motivos para nenhuma mudança de rumo. Os países nuclearmente armados têm, no entanto, compromissos que não podem ser esquecidos.

Se Athina Onassis Investisse no Brasil - e&e 36

Carlos Feu Alvim

Se o Brasil continuasse pagando juros reais de 15% ao ano Athina Onassis, que recebeu 100 milhões de dólares ao completar dezoito anos, teria transformado esse dinheiro no equivalente a 500 milhões de dólares quando chegasse aos trinta anos. Ou seja, aplicando 10% de sua fortuna total (estimada em 1 bilhão de dólares) ela teria uma vez e meia sua fortuna atual. Isto ilustra a enormidade de juros paga internamente pelo Brasil nesses últimos 12 anos.

Cotação do Dólar Comercial - e&e 37

Carlos Feu Alvim

Aumara B.Feu Alvim Marques

As cotações do dólar comercial no Brasil nos últimos meses têm assustado os analistas. Procuramos representar a cotação histórica, a partir de 1948, em preços de Janeiro de 2003. Do gráfico, surge que uma cotação na casa dos quatro reais por dólar só existiu em quatro ocasiões. A boa notícia é que os picos anteriores nessa cotação duraram pouco, a má é que eles sempre marcaram profundas crises na economia brasileira.

O  Dólar Paralelo ou o "Black" - e&e 38

Carlos Feu Alvim

A expressão mercado negro do dólar ficou politicamente incorreta. O chamado câmbio livre ou paralelo tornou-se uma atividade legal ou quase-legal ainda menos reprimida que o “jogo do bicho”. Ele segue sendo um indicador importante, muitas vezes antecipando as mudanças de cotação do oficial. Apresenta-se o comportamento mensal histórico desse indicador.

São as Novas Salvaguardas Nucleares Seguras? - e&e 38

Carlos Feu Alvim

As atividades nucleares não declaradas do Iraque e Coréia do Norte tiveram o mérito de relembrar o objetivo político das salvaguardas nucleares que é o de evitar a proliferação nuclear. A prática de salvaguardas havia se transformado em uma aplicação burocrática de princípios de contabilidade e a verificação baseada em critérios estritos. Em teoria, as salvaguardas nucleares foram bastante reforçadas. Na prática, estão sendo adotadas modificações que me fazem duvidar de sua eficácia em vários aspectos.

 

O que afeta as Exportações Brasileiras? - e&e 41

Carlos Feu Alvim

Marcos de Souza

De 1973 até este ano a exportação brasileira cresceu 60% em relação ao PIB (índices de quantum). A razão entre o valor dessas grandezas, expressos em dólares corrigidos da inflação americana, permaneceu praticamente constante.Ou seja, estamos exportando uma fração de nosso PIB 60% maior e recebendo a mesma coisa. Será que é para isto que estamos reduzindo o “custo Brasil”?. Também foi testada, com outros indicadores de preços a surpreendente constância desta relação entre valores mesmo na presença de enormes variações na taxa de câmbio e de crises internas e externas.

Emissões Energéticas – Brasil 1970 / 2002 - e&e 41

Carlos Feu Alvim

Frida Eidelman

Omar Campos Ferreira

A emissão resultante do uso e transformação de energia de gases que contribuem para o efeito estufa no Brasil é avaliada entre os anos de 1970 a 2002. Trata-se de atualização do Resumo Executivo, apresentado ao MCT, incluindo os dados do Balanço Energético do MME e uma atualização dos coeficientes de emissão realizada pela equipe de Mudanças do Clima do MCT.

Produtividade do Capital: uma Limitação a mais ao Crescimento Brasileiro- e&e 44

Carlos Feu Alvim

A evolução produtividade de capital em relação a do trabalho é analisada para seis países com objetivo de entender as causas da estagnação - já por um quarto de século - do PIB/habitante no Brasil. A produtividade de capital tem caído nestes últimos anos sem a correspondente elevação da produtividade do trabalho - ou de sua proxi a renda per capita. O comportamento das produtividades de capital e do trabalho para Itália, Japão e Coréia parecem (surpreendentemente) poder ser descritos pela simples função de Cobb-Douglas (ou Solow com crescimento zero de tecnologia).  Os outros países analisados (Chile, Índia e Brasil) seguem trajetórias bastante diferentes mas, enquanto dos dois primeiros parecem ter encontrado a trajetória de crescimento reduzindo as perdas na produtividade de capital o Brasil o Brasil não consegue aumentar seu PIB/habitante.

 

Mais Trabalho e emprego com o mesmo Capital ou Como Incrementar a Produtividade de Capital- e&e 45

 Carlos Feu Alvim

Em artigos anteriores, a queda da produtividade de capital foi apontada como entrave maior ao crescimento econômico. Neste sugerem-se algumas medidas de caráter macroeconômico e microeconômico no sentido de incrementar a produtividade de capital. 

Preços de Petróleo: O terceiro Choque?   - e&e 47  

J. I. Vargas e Carlos Feu Alvim        

A presente alta dos preços de petróleo tem causas conjunturais relacionada à Guerra no Iraque e às tensões políticas em outros países. Um exame da evolução das participações das principais fontes primárias de energia na matriz mundial revela que existem também causas estruturais para a elevação do preço do petróleo.

 

Um “Porto de Destino” para o Sistema Elétrico Brasileiro - e&e 49
Carlos Feu Alvim (coordenador), José Israel Vargas, Othon Luiz Pinheiro da Silva, Omar Campos Ferreira, Frida Eidelman

A ONG Economia & Energia, mantenedora dessa Revista, realizou estudo sobre o futuro do sistema elétrico brasileiro que está sendo integralmente colocado à disposição dos leitores.

 

O Balanço de Carbono nos Centros de Transformação de Energia e&e 50
Carlos Feu Alvim, Omar Campos Ferreira, Frida Eidelman 

O balanço de carbono é um instrumento importante para identificar as fontes de emissão dos gases que provocam o efeito estufa. Sendo o uso e transformação de energia fundamental no incremento do estoque desses gases na atmosfera, o levantamento do balanço de carbono serve para localizar setores e combustíveis sobre os quais é prioritário atuar para mitigar as emissões. O balanço de carbono serve de teste para as metodologias de apuração das emissões. No caso dos centros de transformação (instalações onde uma fonte primária ou secundária é convertida em subprodutos ou outra forma de energia) o balanço revelou alguns problemas na apuração do inventário brasileiro. Também foram apontados alguns aparentes problemas nos dados do Balanço Energético Nacional que serviram de base para o estudo.

O Gás Natural na Bolívia: Riscos e Oportunidades - e&e 51  
Carlos Feu Alvim e José Israel Vargas                                            

A recente crise institucional da Bolívia reavivou os receios do Brasil quanto à confiabilidade do abastecimento de gás natural daquele país. Apresenta-se uma análise exploratória da confiabilidade desse abastecimento, de como  encarar a eventualidade de sua interrupção e da importância do Brasil poder contar com essa fonte de energia externa.

Balanço de Carbono nas Emissões Causadoras do Efeito Estufa
e no Uso e Transformação de Energia no Brasil:

Comparação das Emissões nas Metodologias
 “Top-Down” Estendida e “Bottom-Up”
– Análise de Resultados e Conclusões -
e&e 52
Carlos Feu Alvim, Frida Eidelman e Omar Campos Ferreira

A análise das diferenças encontradas na apuração do Balanço de Emissões de Carbono, no uso e transformação de energia no Brasil, é apresentada juntamente com as conclusões do trabalho que a Organização Economia e Energia realizou, em Convênio com o Ministério de Ciência e Tecnologia. A divulgação dos resultados desse estudo vem sendo feita pela revista e&e em seus Nos 48, 50 e 51. O Balanço de Carbono revelou-se como um bom instrumento de diagnóstico das emissões causadoras do efeito estufa e um instrumento útil para detectar deficiências de dados ou metodológicas.

A Evolução da Concentração de Metano na Atmosfera- e&e 55

Carlos Feu Alvim, Omar Campos Ferreira, José Israel Vargas

O metano dobrou sua concentração na atmosfera após a era industrial e é apontado como responsável por cerca de 20% do incremento do efeito estufa causado pelo homem. O Protocolo de Quioto estabeleceu uma equivalência que no entender da delegação brasileira supervaloriza essas emissões por não considerar adequadamente seu efeito de longo prazo. As medidas analisadas neste trabalho mostram que a concentração na atmosfera está se estabilizando e que a queda no seu ritmo de crescimento verificou-se muito anteriormente às providências para a redução de sua emissão. Estas medidas acrescentam um outro fator de dúvida sobre a ênfase que se está dando à redução das emissões do metano no mecanismo em projetos de desenvolvimento limpo.

Avaliação do Impacto do Incremento da Produtividade de Capital sobre o Crescimento Econômico - e&e 56

Carlos Feu Alvim, Frida Eidelman, Olga Mafra, Omar Campos Ferreira

A avaliação da repercussão no crescimento do país de uma política de incremento da produtividade de capital revelou grande potencial de acelerar o crescimento econômico. Um incremento de 8% da produtividade de capital pode elevar o crescimento do PIB nos próximos 6 anos de 1,5 pontos percentuais ao ano e conduzir a um produto per capita pelo menos 26% superior, no ano de 2026, em comparação com a atual tendência.

Um Modelo para o Desenvolvimento Nacional - e&e 57
José Fantine e Carlos Feu Alvim  
Versão revista em 17 de janeiro 2007

O Brasil decisivamente não integra o conjunto de países ricos. Se quisermos alcançar a riqueza social, econômica, científica e tecnológica temos que almejá-la. Isto vale para pessoas e para países. Também precisamos de um novo modelo de desenvolvimento, já que no atual o Brasil apenas consegue lutar por não crescer menos que o resto do mundo.

A busca de excelência tecnológica proposta no modelo tem tudo a ver com a necessidade de aumentar a produtividade dos investimentos (do estoque de capital) que os estudos da e&e tem apontado como de ponto de estrangulamento para o crescimento brasileiro.

Avaliação das Emissões de CO2 pelo Uso do Processo “Top-Down Estendido” entre 1970 e 2004 - e&e 58

Olga Mafra, Frida Eidelman e Carlos Feu Alvim

A aplicação de metodologia “Top-Down” do IPCC ao Balanço Energético Nacional permite avaliar as emissões de carbono emitidas nas atividades de transformação e uso da energia. Uma avaliação para os anos de 1970 a 2004 foi realizada neste trabalho. Também foi montado um Balanço de Carbono já que, à semelhança da energia, o carbono se conserva. Este trabalho é resultado de Termo de Parceria entre a OSCIP e&e e o MCT.

 

Comparação de Resultados de Projeções de `Demanda de Energia Elétrica no Brasil - e&e 59  

Carlos Feu Alvim, Frida Eidelman,Olga Mafra e Omar Campos Ferreira

As projeções de energia elétrica feitas pela e&e são comparadas com as apresentadas pela EPE no “Plano Nacional 2030 – Estratégia de Expansão da Oferta”, Também são comentados resultados do estudo “Agenda Elétrica Brasileira” publicado sob os auspícios da WWF (Worldwide Fund for Nature) - Brasil.

D. Avani Caggiano e o Aprova Brasil  - e&e 59

Carlos Feu Alvim 

A avaliação do ensino público fundamental revelou algumas surpresas ao identificar ilhas de excelência em lugares insuspeitados do Brasil.  O Sistema quis saber a causa do sucesso dessas escolas e avaliou o que nelas fazia a diferença. O item mais importante foi o professor. O autor personaliza o tema com seu exemplo de professora.

 

 

Graphic Edition/Edição Gráfica:
MAK
Editoração Eletrônic
a

Revised/Revisado:
Wednesday, 07 March 2007
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