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Economia & Energia
Ano XVI-No 87
Outubro
/Dezembro 2012
ISSN 1518-2932

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As Grandes Navegações Portuguesas e a Conquista das Águas Profundas pelo Brasil

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Nº 87: Outubro/Dezembro de 2012   

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Editorial:

Navegar é preciso

Portugal apenas se consolidava como nação quando se lançou no início do século XV na epopeia que transformou este pequeno país do oeste europeu no senhor do Atlântico Sul e Oceano Índico por um período de quase dois séculos. O Brasil não se reconhece ainda nessa gigantesca façanha que marca sua origem.

Um paralelo é traçado aqui entre o que foi esta conquista e o caminho que levaria o Brasil a uma aventura marítima que pode colocá-lo na lista dos países desenvolvidos. Na época do início das navegações portuguesas, assim como nos dias de hoje, os países centrais viviam uma crise econômica. A da época propiciou a oportunidade para os países ibéricos nas navegações.

Das navegações ao mar profundo

O acesso ao Oriente de onde vinham os produtos mais sofisticados da cozinha e do vestuário achava-se bloqueado. A guerra contra os mouros para reconquista da península Ibérica colocara, como fronteira natural de expansão dos países cristãos ali constituídos, o norte da África. A posição geográfica de Portugal o dirigia à costa atlântica daquele continente cuja parte mais ao sul era isolada, no caminho por terra, pelo deserto. Para um país de agricultores era preciso navegar.

Portugal, um país pequeno, pobre e sem tradição naval dominou o Atlântico Sul e o Índico. Em um século, os portugueses venceram o caminho entre o Tejo e as Índias.

Um aspecto importante: cada etapa desta jornada foi financiada com os recursos da própria empreitada. Isso apesar de que em nenhum lugar Portugal encontrou o ouro fácil ou a rota já trilhada.

O Brasil, que não explorava petróleo até a metade do século passado, foi pioneiro na conquista das águas profundas e se aproximou da autossuficiência. Está agora a caminho de dominar o pré-sal e converter-se em exportador líquido de petróleo. Fará uma grande diferença se esta conquista for alcançada com forte participação de inteligência, capital e tecnologia nacionais.

A corrida para o conhecimento e a exploração dos recursos do fundo do mar não se resume ao petróleo nem às águas territoriais. Os países centrais e os principais emergentes já se preparam para ela. A experiência da Petrobras em águas profundas e a descoberta do pré-sal em nossas águas territoriais nos oferecem as vantagens comparativas e o retorno econômico para que alcancemos a vanguarda nessa disputa.

Portugal consolidou o domínio em seu território e partiu para o domínio dos mares. O Brasil está consolidando sua capacidade de conhecer, explorar e defender o Mar Brasileiro e partiu para conquistas na nova fronteira da humanidade: o mar profundo.

Ensaio:

As Grandes Navegações Portuguesas e a Conquista das Águas Profundas pelo Brasil

Maria Malvina Gomes e Souza Bastos

Capa eee87p

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Livro: Pré-lançamento em versão digital

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O livro, de autoria de José Fantine, expande, para o campo da gestão, inovação e redes em geral, conceitos antes aplicáveis somente para organismos que o ECENTEX/COPPE/UFRJ conferia o status de Centros e Redes de Excelência (que dava o nome ao livro anterior).

Essa abordagem mais ampla atende a neces-sidades geradas pelos últimos aconteci-mentos mundiais. Nela, os conceitos e a metodologia apresentados servem ao objetivo maior de incentivar empresários, gerentes e governantes a trilharem, por vários meios e contando com várias ferramentas, o caminho da vanguarda, pensando no desenvolvi-mento sustentável de suas instituições e/ou do País.

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Tuesday, 01 October 2013
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