Economia & Energia
Ano XVI-No 85
Abril
/Junho de 2012
ISSN 1518-2932

e&e  OSCIP

setae.gif (977 bytes)e&e in English

BUSCA

CORREIO

DADOS ECONÔMICOS

DOWNLOAD

OUTROS NÚMEROS

e&e  No 85

Página Principal

Seminário Rotas para a Vanguarda

Emissões de Gases de Efeito Estufa na Produção e Usos de Energia

Apoio:

CNPQ

 

Parceria:

 

ecentex

 

http://ecen.com
Vínculos e&e

Veja também nosso suplemento literário

http://ecen.com/
jornalego

Revista e&e 85 versão em PDF

eee85
Baixar e&e 85

Seminário Rotas para a Vanguarda

Propósito:

Um reduzido número de organizações e empresas do Brasil alcançou posição de vanguarda no mundo. A excelência nas organizações é marca de países desenvolvidos e favorece alcançar novos e maiores patamares que se difundem pela sociedade.

Para compreender como acontece o desenvolvimento econômico e atuar de modo a promovê-lo, é necessário, entre outras coisas, examinar o impacto de organizações bem sucedidas na sociedade e na economia do País. É preciso ainda examinar as estratégias adotadas por elas para competir no mercado nacional e global, que são extremamente voláteis, assim como estudar as implicações da competição internacional nas relações políticas e econômicas entre os países e o papel estratégico de alianças e sociedades internacionais em um ambiente altamente competitivo e intensivo em tecnologia. É fundamental, sobretudo, que sejam entendidos os mecanismos adotados para a cooperação entre as empresas, universidades, centros de pesquisas e organismos de governo, bem como entidades em geral, nacionais e do exterior.

Objetivo:

Proporcionar aos participantes uma oportunidade de conhecer o processo que permitiu alcançar a vanguarda em organizações e empresas no Brasil e no Exterior, bem como trocar ideias sobre o tema com empreendedores, acadêmicos e agentes de políticas governamentais e discutir o funcionamento dos principais sistemas de inovação com cunho empresarial ou público, voltados para resultados em toda a cadeia de valor envolvida.

Diagnosticar como, mesmo em condições muito adversas, a inovação contribuiu para criar no Brasil instituições que atingiram a excelência e a vanguarda mundial, identificando os casos bem sucedidos no País, e discutir e propor instrumentos capazes de incentivar medidas que possam contribuir de forma efetiva para o desenvolvimento econômico e social do País.

Público Alvo:

Empresas, entidades de governo, entidades de classe, estabelecimentos de ensino e pesquisa, universidades, ONGs e outras instituições sociais.

Organização do evento:

O evento é uma iniciativa do Espaço Centros e Redes de Excelência - ECENTEX/COPPE/UFRJ com a colaboração da Organização Social Economia e Energia – e&e e com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCTI através do CNPq e da FINEP.

Redes de empreendimentos de vanguarda

Embora a formação de redes para buscar ampliar horizontes de pesquisas, operação ou produção já seja uma prática usual no País (a partir da última década), decididamente ainda é embrionária a formação de organismos de vanguarda objetivando ganho em toda a cadeia de valor relativa ao tema considerado. Exemplos disso são as sucessivas tentativas do governo Federal para estimular essas redes, que se repetem desde a pioneira experiência do REENGE/RECOPE em 1996, passando pelo modelo do SIBRATEC e agora chegando ao modelo da EMBRAPI, demonstrando que essa matéria ainda é evolucionária.

Em 1996 a Petrobras, com apoio da COPPE, lançou a metodologia de formação de Centros e Redes de Excelência e seu primeiro Centro de Excelência, o de Geoquímica. Esses organismos partiam de nova ótica, pois exigiam a formação de um consórcio com parcerias estratégicas (criando os vértices) considerando empresas, universidades, e órgãos de governo, do Brasil e do Exterior e abriam o seu lançamento por qualquer um dos vértices do consórcio. Podiam se aplicar a qualquer campo e não dependiam de editais e sim de negociações entre entidades fundadoras para alocar os recursos iniciais necessários. Consideravam também que seguramente teriam sustentabilidade e se veriam como preferidos pelos organizadores e governos para aplicação dos recursos disponíveis para P&D, pelo fato de unirem entidades com muito boa massa crítica inicial, apresentarem perfil de vanguarda, e cobrirem toda a cadeia de valor na temática, além de trabalharem como se fossem uma empresa (http://www.ecentex.org).

O sucesso do modelo foi exponencial e logo o MCTI e o MME se interessaram em lançar a metodologia nacionalmente, o que ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto em 1997, com presença de autoridades do Governo (três Ministros e o Presidente da República), de Universidades e da Petrobras. Um dos documentos assinados incumbia a COPPE e a Petrobras de disseminar essa metodologia nacionalmente. Nesse contexto, foi criado em 1997 o embrião do hoje Espaço Centros e Redes de Excelência - ECENTEX da COPPE/UFRJ, que por sua vez também trabalha em parcerias internas na COPPE, com centros que se inspiram na metodologia desenvolvida e com outras organizações, como é o caso da Economia e Energia – e&e.

Inovação quer dizer renovação ou aperfeiçoamento, novos produtos, serviços ou processos e, para tanto, é necessário que as pessoas mudem a maneira de tomar decisões ou fazer escolhas para outras que não são aquelas habitualmente utilizadas.

A inovação é necessária para que haja crescimento sustentável. Inovação pode ser vista como uma mudança no processo de fazer algo ou na aplicação prática de invenções ou descobertas. Ela é considerada como um motor da economia, pois leva a novas categorias de produtos ou aumenta a produtividade.

Os países desenvolvidos veem a inovação como um ingrediente que lhes permite avançar no mercado global enquanto os países em desenvolvimento a consideram como um instrumento que lhes permitirá obter o desejado desenvolvimento mais rapidamente.

Em março de 2009, foi publicada uma lista de classificação de países nos quais foram medidos os insumos: política fiscal, política educacional e inovação e a produção de patentes, transferência de tecnologia, resultados de P&D, produtividade de trabalho e crescimento econômico, entre outros. O primeiro lugar coube à Coréia do Sul, enquanto o Brasil ficou em vigésimo lugar, abaixo da China (13º), Índia (15º) e Rússia (16º).

Vanguarda e inovação

No Exterior

Devido à importância das inovações, foram criadas redes de inovação em várias regiões geográficas e em diversos países.

A Universidade da Flórida Central (UFC), que é responsável pelo Centro de Excelência em Ótica e Fotônica, procurou selecionar seus temas de pesquisa e desenvolvimento de acordo com a realidade industrial local. Tanto no nível da Universidade como no do Estado da Flórida, a escolha dos temas é feita por um conselho onde há a participação direta de empresários. Ao lado disso, a Universidade adquiriu também um importante papel como formadora de mão de obra para a indústria. A UCF está entre as dez maiores produtoras de patentes considerando-se as grandes universidades dos EUA e dá grande destaque a esse e outros indicadores de sua integração com a indústria.

O grande sucesso da UFC é reconhecido nacionalmente não apenas pelo enorme aumento de fundos, mas como um ecossistema de empresariado que resultou em mais de 1600 empregos anuais e num impacto econômico de US$200 milhões anuais.

O Canadá mantém desde 1994 uma rede de Centros de Excelência com objetivo de reunir sob liderança acadêmica parceiros multi - disciplinares da academia, indústria, Governo e Organizações sem fins lucrativos. A rede se ocupa da transferência de resultados de pesquisa e desenvolvimento para empresas e possibilita que pesquisadores canadenses e estudantes trabalhem com as comunidades receptoras para acelerar a criação e aplicação do conhecimento. (http://www.nce-rce.gc.ca/NetworksCentres-CentresReseaux/NCE-RCE_eng.asp)

Na Comunidade Europeia, o “Enterprise Europe Network” oferece suporte e assessoria às empresas na Europa através de sociedades comerciais relacionadas à tecnologia, bases de dados e oportunidades de financiamento.

Outro exemplo é oRussian Union of Innovation Centres” que representa mais de 100 centros de inovação e parques tecnológicos na Rússia.

Além disso, pode-se contar com inúmeros centros e redes existentes nos Estados Unidos, ligados às universidades, agências e centros de pesquisa, que atuam em múltiplas áreas tecnológicas, educacionais, de ciências biológicas, defesa, etc. Neste último país podemos citar a “Associated Universities Inc”. que reúne recursos de universidades, organizações de pesquisa e do Governo Federal no planejamento, construção e operação de instalações de vanguarda científica e promove descobertas e educação.

No Brasil

A legislação que a ela diz respeito, qual seja Programas de Desenvolvimento Tecnológico (Lei 8661/93), passando pela Lei de Inovação e a Lei do Bem (do MCTI), pode ser comparada com aquela de países desenvolvidos, porém ela ainda não está inteiramente implementada no caso do Brasil.

De acordo com estudo recente do IPEA, a política vigente dá mais ênfase à ciência, pulveriza recursos, concede mais bolsas de pesquisa para a produção científica do que para a tecnológica e reproduz modelos não completamente apropriados para o contexto brasileiro. Como resultado, enquanto o total de artigos brasileiros em periódicos científicos internacionais ultrapassou 2,5% no final da década de 2000, o número de patentes foi da ordem de 0,1% do total mundial.

O Brasil estará diante de um inédito esforço de investimento nas próximas décadas que provém, por um lado, do déficit acumulado nas décadas perdidas e, por outro, das próprias necessidades do seu crescimento. Uma parcela destes investimentos já está definida nos Planos de Aceleração do Crescimento, mas considera-se que esse esforço deverá ser ainda maior do que o atual.

No Brasil, os recursos alocados para CT&I ainda estão em um patamar inferior ao da meta nacional, sendo urgente fixar prioridades para que os investimentos cresçam rumo a 2 ou 3% do PIB e resultem efetivamente no desenvolvimento econômico e social do País.

Dentro deste contexto, a realização de um seminário sobre vanguarda e inovação pode servir como estímulo para que estes temas sejam bem sucedidos no País, tanto no que diz respeito à implementação de políticas apropriadas como na participação dos diversos atores envolvidos descrevendo suas experiências para criar suas ilhas de excelência.

A participação neste Seminário de empresários, pesquisadores, tecnólogos, engenheiros e gerentes, assim como agentes de instituições que administram os recursos destinados à inovação, tanto do exterior como do Brasil, é imprescindível para a troca de experiências.

Dentro do quadro ainda deficiente no País no que se refere à inovação e a conquista da vanguarda em áreas capitais para o seu desenvolvimento, o Seminário pretende romper a abordagem ainda negativa que parte de avaliações globais, de sentimento de impotência frente aos déficits nacionais ainda presentes em vários segmentos. Para isso, o País deverá se concentrar em ilhas de excelência nacionais onde algumas entidades, organizações ou grupos conseguiram alcançar a vanguarda mundial, demonstrando que, antes que todas as deficiências sejam resolvidas, é possível ser competitivo e inovador.  Assim, se o Brasil estimular ainda mais a formação de estruturas de vanguarda poderá pavimentar mais facilmente o caminho para o progresso sustentável.

O Brasil alcançou recentemente seu lugar entre as oito maiores economias mundiais seja pelo critério de valores correntes (PIB ao câmbio nominal onde o Brasil oscila entre sexto e sétimo lugar) seja no critério de paridade de poder de compra (PPC ou PPP na sigla de “purchasing parity power”) que é mais significativo e estável.

É natural supor que em um país, que é a sétima (PIB) ou oitava (PPP) economia do mundo existam várias instituições que estejam na vanguarda mundial. Identificar estes casos de sucesso e tentar entender as razões deste sucesso parece ser uma maneira de romper o frustrante resultado dos índices médios ainda negativos e, ainda, elevar as apostas nas possibilidades nacionais. A ideia é, inclusive, não se restringir à área industrial e tecnológica, embora esta seja a área de concentração principal que o seminário procurará atingir.

Resultados bem sucedidos de inovação no Brasil podem ser exemplificados pelos casos da Embraer, Embrapa, Petrobras, várias organizações no campo privado, vários departamentos acadêmicos de algumas universidades, hospitais públicos e privados, entre outros. Entretanto, resta muito a ser feito neste campo.

É importante entender como a agropecuária nacional alcançou marcas de produtividade e competitividade nacional cujas causas, segundo recente análise do The Economist, eram: Embrapa, Embrapa e Embrapa.

(http://www.economist.com/node/16886442?story_id=16886442).

Estamos diante de um sucesso que se baseia em décadas de trabalho sério de desenvolvimento tecnológico e de um progresso empresarial com raízes profundamente nacionais.

Igualmente é interessante aprofundar-se no processo que, partindo de um núcleo de excelência em torno do Centro Tecnológico da Aeronáutica, conseguiu criar no Brasil uma das empresas mundiais importantes na fabricação de aviões - a Embraer.

Outro exemplo relevante do ponto de vista econômico é o progresso alcançado pela Petrobras na área de exploração de petróleo em águas profundas que serviram de base para o novo desafio na área do pré-sal e também para a transformação daquela estatal em uma das mais destacadas empresas do mundo.

Organizações como a Rede Sarah, a Clínica do Dr. Pitangui a antiga Clínica do Dr. Hilton Rocha, o Escritório de Oscar Niemeyer, a Produção de telenovelas da Rede Globo, os Centros de Excelência Petrobras (Naval-Oceânica, Automação, Gás), o Hospital das Clínicas, o INCOR, a Fundação Oswaldo Cruz, o desenvolvimento da tecnologia de enriquecimento de urânio pela Marinha do Brasil são alguns exemplos de organizações de vanguarda, que são objeto do seminário.

A proposição de medidas a serem adotadas para estimular a excelência, a inovação e a vanguarda no País é a preocupação central deste Seminário. Algumas delas já se delineiam e poderão servir de base para discussões durante o encontro. Seriam os “dez mandamentos”, ou melhor, princípios da arrancada nacional rumo ao sucesso:

Estabelecer prioridades para as políticas de inovação e de estímulo a instituições de vanguarda;

Promover a criação de empresas baseadas em inovação;

Incentivar empresas e organismos públicos a criarem seus focos internos de inovação e vanguarda como forma de estimular o seu desenvolvimento sustentável;

1 - Estabelecer prioridades para as políticas de inovação e de estímulo a instituições de vanguarda;

2 - Promover a criação de empresas baseadas em inovação;

3 - Incentivar empresas e organismos públicos a criarem seus focos internos de inovação e vanguarda como forma de estimular o seu desenvolvimento sustentável;

4 - Promover o intercâmbio de troca de experiências relativas à inovação e redes de vanguarda;

5 - Promover programas de ensino e treinamento voltados à inovação;

6 - Estimular cooperação transnacional bem como entre entidades públicas e privadas na área de inovação e transferência de tecnologia;

7 - Estimular a cooperação transnacional sobre programas, redes e entidades que busquem mecanismos para desenvolver a excelência e alcançar a vanguarda;

8 - Propor nova perspectiva no que diz respeito a processos comerciais, estrutura organizacional e gerência de inovação;

9 - Incentivar a colaboração entre governo, universidades/instituições de pesquisa e empresas, bem como estimular ainda mais as universidades para que liderem, neste formato, centros e redes de vanguarda/excelência;

10 - Estabelecer regras relativas à propriedade intelectual e a produção de patentes, bem como estimular a formação de redes para viabilizar novas parcerias e processos de transferência de tecnologia mais eficientes.

 

Uma agenda provisória do evento pode ser requisitada aos organizadores.

Data e Local: A data prevista é Março de 2013  será o rio de Janeiro ou no Parque Tecnológico da UFRJ ou em auditório no Centro da cidade.

Programação Prevista

Primeiro Dia: Na abertura do Evento os componentes da mesa terão um tempo de 15 minutos cada um para discorrer sobre o tema “Vanguarda, Excelência, Inovação como elementos de sucesso de sua organização”. Nas seções seguintes serão apresentados cinco relatos de experiências nacionais e internacionais de sucesso, havendo um tempo para discussões e uma retrospectiva dos assuntos do dia.

Segundo dia: Serão apresentados mais cinco relatos de experiência nacionais de sucesso, discussão sobre as metodologias empregadas e um tempo para discussão e retrospectiva do seminário.

Terceiro dia: - Visita: A ideia do seminário é discutir os mecanismos para se chegar à excelência e à vanguarda e mostrar casos concretos de algumas entidades ícones. Com esse objetivo, os expositores e alguns convidados farão visitas a alguns organismos de vanguarda. O local da visita está em estudo e depende do que se deseje atingir. Em princípio cogita-se do CENPES da Petrobras e laboratórios do Parque Tecnológico da UFRJ.

Sobre os organizadores

O Espaço Centros e Redes de Excelência ECENTEX/COPPE/UFRJ e a Organização  Economia e Energia - e&e, com o apoio do CNPq, organizam o Seminário para debater o tema “Rotas para a Vanguarda” com os principais atores que têm de fato representatividade na formação e condução de Centros e Redes de Vanguarda. A busca da excelência como forma de alcançar e manter a liderança nas áreas de tecnologia e de ação social está na raiz da constituição do ECENTEX.

Em parceria com a Organização Economia e Energia – e&e, o ECENTEX vem trabalhando na estruturação de organismos de vanguarda, na revisão de vários textos que instruem a formação dessas entidades, bem como na realização de seminários, como, por exemplo, sobre um Centro de Excelência em Produtividade de Capital realizado em 2009 na Sede do BNDES. (http://ecen.com/eee79/eee79p/eee79p.htm).

O ECENTEX e a e&e acabam de colocar nos seus sites o novo livro sobre Organismos de Vanguarda que atualiza a metodologia desenvolvida na COPPE sobre o tema (http://ecentex.org). Mantêm também atualizada uma lista de Centros e Redes de Excelência no Brasil e no Exterior. Algumas unidades no exterior foram objeto de visitas relatadas no site do ECENTEX.

O ECENTEX, sediado nas instalações da COPPE, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, é dirigido pelo Eng. José Fantine, que foi diretor da Petrobras e gerente executivo de planejamento da estatal, sendo ele o técnico que desenvolveu, ainda na Petrobras, a metodologia que ora lastreia os trabalhos do ECENTEX/COPPE.

No texto Organismos de Vanguarda (www.ecentex.org) são encontradas referências estratégicas, conceituais e históricas sobre tal movimento que a COPPE, através do ECENTEX, capitaneia no País.

A Organização Economia e Energia, por sua vez, nasceu em 1998, com sede em Belo Horizonte e filial no Rio de Janeiro, sendo seus objetivos, por um lado, dar sustentação à revista do mesmo nome, criada em 1997, e, por outro, contribuir para o desenvolvimento social e econômico do Brasil e de outros países, através de pesquisas nos campos da economia e energia. O Doutor em Física Carlos Feu Alvim é seu Diretor-Superintendente.

A revista trimestral Economia e Energia, e&e, editada pela Organização de mesmo nome e disponível na internet (http://ecen.com), tem tratado em vários de seus artigos o assunto Inovação Tecnológica e Centros de Excelência, que têm servido de valiosa fonte de informação para pesquisadores do tema.

 

Graphic Edition/Edição Gráfica:
MAK
Editoração Eletrônic
a

Revised/Revisado:
Wednesday, 02 October 2013
.

Contador de visitas