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Economia
& Energia |
No
33 |
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Geração de Energia
Elétrica no Horizonte 2020 e a
Viabilidade de Angra III
http://ecen.com Balanço Energético e de Emissões Matriz Energética e de Emissões
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julho de 2002 NOTAS METODOLÓGICASA Oferta Interna de Energia - OIE representa a energia que se disponibiliza para ser transformada (refinarias, carvoarias, etc), distribuída e consumida nos processos produtivos do País. A menos de ajustes estatísticos, a soma do Consumo Final nos setores econômicos, das perdas na distribuição e armazenagem e das perdas nos processos de transformação é igual a OIE. A contabilização das diferentes formas de energia se dá com a utilização de fatores de conversão, que levam em consideração a capacidade de liberação de calor, em calorias, de cada energético quando da sua combustão completa (conceito de poder calorífico). Para a eletricidade, pelo primeiro princípio da Termodinâmica, 1kWh=860 kcal, entretanto, é comum a utilização de critérios de equivalentes térmicos, os quais valorizam a geração hidráulica como se fosse oriunda de termelétricas, incorporando todas as perdas térmicas. Este critério serve apenas para harmonizar comparações da OIE entre países com distintas estruturas de geração hidráulica e térmica. Assim, para termelétricas com eficiência média de 27,5%, 1kWh=860/0,275=3132 kcal (critério utilizado no Balanço Energético Brasileiro – BEN), e para eficiência média de 38%, 1kWh=2263 kcal (critério utilizado pela BP Statistical Review – este boletim não considera biomassa, e no caso do Brasil, não considera as importações de eletricidade). A Agência Internacional de Energia – IEA e o Conselho Mundial de Energia – WEC utilizam o fator teórico de 1kWh=860 kcal. Quando se quer os resultados em tep – tonelada equivalente de petróleo, calculam-se os fatores de conversão pela relação entre o poder calorífico de cada fonte e o do petróleo. No presente documento apresentamos, no primeiro quadro, a OIE do Brasil segundo os três critérios mencionados para a eletricidade, sendo que a estrutura percentual da OIE e demais análises seguem o critério da IEA e WEC. Este critério retrata a realidade das perdas de transformação, não causa distorções na análise da evolução da OIE e permite comparações diretas com dados de outros países, divulgados pela IEA e WEC. Percebe-se que a OIE do BEN é a mais elevada, em função do fator de 0,29 tep/MWh (3132/10800) utilizado para hidráulica e eletricidade. O da IEA é de 0,086 tep/MWh (860/10000). ANÁLISE GERALO Brasil com uma OIE per capita de 1,12 tep, em 2001, se situa abaixo da média mundial (1,65 tep/hab), abaixo da Argentina (1,73) e muito abaixo dos USA (8,11). Já a OIE em relação ao PIB – Produto Interno Bruto, de 0,3 tep/mil US$(90) se mostra mais alta, comparativamente a Argentina (0,27), USA (0,31) e Japão (0,15). Este último número mostra que, por unidade de PIB, o Japão necessita de investir em energia metade do que o Brasil investe. Na condição de exportador de aço, alumínio e ferroligas e com significativos investimentos na área de petróleo, o Brasil apresenta estrutura produtiva intensiva em energia e capital e pouco intensiva em empregos, fatos que, em parte, justificam as desigualdades na distribuição de renda. Cabe destacar, ainda, que estes setores estão adquirindo as concessões de boa parte das hidroelétricas brasileiras. Dados preliminares do IBGE indicam que o PIB cresceu 1,51% em 2001, desempenho fortemente influenciado pela crise de suprimento de energia elétrica. O setor industrial foi o mais afetado, com crescimento negativo de –0,58%. Os setores agropecuário e serviços, com crescimentos de 5,11% e 2,52%, respectivamente, foram os responsáveis pela taxa ainda positiva do PIB.
Pelo segundo ano consecutivo a OIE apresenta taxa de crescimento menor que a do PIB. Em 2000, de 2,7% contra 4,36% do PIB e em 2001, de 1% contra 1,51%. Ainda é prematuro afirmar que esta seja a tendência para os próximos anos. O gás natural continuou, em 2001, a aumentar a sua participação na OIE, passando de 5,3% em 2000 para 6,5%, resultado da sua crescente utilização na indústria, no transporte e na geração elétrica. A hidráulica perde significativa parcela de participação em razão da crise de suprimento ocorrida, de 15,7% para 13,6% em 2001. A redução das importações de eletricidade do Paraguai/Itaipu e uma boa performance do setor de petróleo permitiram reduzir a dependência externa de energia de 21,9% em 2000 para 20,4% em 2001. Comparativamente a outros países, o Brasil apresenta situação privilegiada em termos de utilização de fontes renováveis de energia. No Brasil, 40% da OIE é renovável, enquanto que a média mundial é de 14% e nos países da OECD é de 6%.
Os países com grande geração térmica apresentam perdas de transformação e distribuição entre 25 e 30% da OIE. No Brasil estas perdas são de apenas 10%, dada a alta participação da hidráulica. Esta vantagem, somada a grande utilização de biomassa, faz com que o Brasil apresente baixa taxa de emissão de CO2 – 1,69 tCO2/tep - pela utilização de combustíveis, quando comparada com a média mundial, de 2,36. PETRÓLEO E DERIVADOSA produção de petróleo e LGN, em 2001, foi de 1336 mil bbl/d, apresentando taxa de crescimento de 4,9% em relação ao ano 2000, performance bem menor que a anterior, mas ainda significativa. A produção de derivados de petróleo, de 1657 mil bep/d, cresceu 2,5% e o consumo, de 1721 mil bep/d, manteve o nível de 2000. Com estes resultados, a dependência externa destes produtos foi atenuada. As importações líquidas de petróleo foram de 316 mil bbl/d em 2001, contra 367 em 2000 – redução de 13,9% e as importações líquidas de derivados foram de 67 mil bbl/d em 2001, contra 108 em 2000 – redução de 38%. O balanço produção e consumo dos derivados de petróleo mostra, ainda, déficits de diesel (15% da demanda), de GLP (30% da demanda) e de nafta (13% da demanda) e de superávits de óleo combustível (39% da oferta) e de gasolina (13% da oferta). O maior uso do diesel se dá no transporte rodoviário (75%), seguido do agropecuário (15%) e do uso na geração elétrica (5%). No transporte rodoviário o diesel cresceu 2,5% em 2001 e na agropecuária cresceu 9%. A gasolina automotiva continuou, em 2001, com taxa negativa de crescimento, (-2,6%), enquanto em 2000 a taxa foi de (-0,6%). O óleo combustível continua sendo substituído pelo coque verde de petróleo e pelo gás natural. Com uma performance negativa (-14,2%) no consumo industrial de 2001, o óleo combustível, de 1999 a 2001, perdeu 3 pontos percentuais na participação do consumo deste setor.
As reservas provadas de petróleo de 8485 milhões de barris equivalem a cerca de 17 anos da atual produção, o que assegura uma situação confortável para o País. Para os países da OECD as reservas equivalem a 11,5 anos da produção, enquanto que a média mundial é de 40,3 anos. GÁS NATURALA produção de gás natural foi de 38,5 milh m3/d em 2001, 5,8% superior a produção de 2000. As importações da Bolívia foram de 12,6 milh m3/dia, apresentando crescimento de 114% em relação a 2000. Em 2001, o principal uso do gás natural se deu no seguimento industrial, com 14,1 milh m3/d e crescimento de 18,5%. Em seguida vem o uso nas atividades industriais da Petrobras, com 6,4 milh m3/d e crescimento de 3,2%.
Merecem destaque o crescimento de 320% do uso do gás natural na geração elétrica pública (4,2 milhões m3/d) e o crescimento de 35,3% na geração de autoprodutores (2,3 milh m3/d). Embora em menor monta, merece destaque, também, o forte crescimento do seu uso no transporte veicular, de 77,8%, correspondendo a um consumo de 1,6 milh m3/d. As reservas provadas de gás natural, de 219,8 bilh m3, equivalem a 15,6 anos da atual produção. Para os países da OECD as reservas equivalem a 13,7 anos da produção, enquanto que a média mundial é de 61,9 anos. ENERGIA ELÉTRICAA geração pública e de autoprodutores do Brasil chegou a 327,9 TWh em 2001, resultado 6% inferior ao de 2000. Configuram este resultado, a geração hidráulica pública de 262,6 TWh (-12%), a geração térmica pública de 38,7 TWh (+52,6%) e a geração de autoprodutores de 26,6 TWh (+6,3%).
As importações de 37,9 TWh, somadas à geração interna, permitiram uma oferta total de energia de 365,8 TWh, montante 7% inferior ao de 2000. Merece destaque o grande incremento da geração nuclear, de 6,1 TWh para 14,3 TWh em 2001, apresentando performances de geração acima da capacidade instalada nominal das usinas. Fator de carga superior a 83%. Merece destaque, também, o crescimento da geração pública a gás natural, de 1,6 TWh para 6,9 TWh, já representado 18% da geração térmica e 2,3% da geração pública total. O incremento na geração de autoprodutores se deve ao crescimento da produção de açúcar e álcool, ao aumento da geração própria da Petrobrás e a uma maior utilização de geradores a diesel a partir das medidas de racionamento. O consumo final de eletricidade atingiu 309,2 TWh em 2001, montante 6,8% inferior ao de 2000 e ainda 2,1% inferior ao montante de 1999. Neste contexto, o consumo residencial, de 73,8 TWh, decresceu 11,8%, o consumo comercial, de 44,5 TWh, decresceu 6,3% e o consumo industrial, de 138,8 TWh, decresceu 5,4%.
Em 2001, com acréscimos de 2,5 GW, a capacidade instalada de
geração do Brasil atingiu o montante de 76,1 GW, dos quais 71,2 de serviço
público e 4,9 de autoprodutores. PRODUTOS DA CANAA produção de álcool em 2001, de 197,6 mil bbl/d, representou um incremento de 7,2% em relação a 2000. Já o consumo total de álcool, no montante de 199,6 mil bbl/d, apresentou um decréscimo de 6,5% em relação a 2000. Assim, após dois anos de grande redução nos estoques de álcool, o ano de 2001 praticamente manteve um equilíbrio entre a oferta e a demanda. Enquanto o álcool anidro apresentou crescimento de 4,2% no consumo veicular o álcool hidratado continuou a apresentar taxa negativa de crescimento (-21,8%).
O consumo de bagaço de cana cresceu 17,7%, chegando a 78 milh t, resultante do crescimento da produção de álcool e, especialmente, do crescimento de 24,3% da produção de açúcar. Cerca de 75% do álcool produzido é proveniente do caldo de cana (rendimento próximo de 83 l/t de cana). Os restantes 25% têm origem no melaço resultante da produção de açúcar (rendimento próximo de 326 l/t de melaço). Em 2001 a produção total de bagaço ficou próxima de 85,5 milh t, gerando uma sobra de 7,5 milh t para usos não energéticos. CARVÃO MINERALO uso do carvão mineral no Brasil se dá segundo dois tipos, o carvão vapor (energético) que é nacional e tem 90% do seu uso na geração elétrica e o carvão metalúrgico, importado, que tem a característica de se expandir quando da combustão incompleta, produzindo o coque, este especialmente usado na indústria siderúrgica. Neste contexto, os números apresentados na tabela a seguir retratam o desempenho da geração elétrica a carvão mineral e o desempenho da indústria siderúrgica (retração de 4,1% na produção de aço), no ano de 2001.
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7. DADOS DE LENHA |
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ESPECIFICAÇÃO |
UNIDADE |
2000 |
2001 |
% 01/00 |
|
PRODUÇÃO DE LENHA |
mil t |
74398 |
73419 |
-1,3 |
|
CONSUMO EM CARVOARIAS |
mil t |
29961 |
28689 |
-4,2 |
|
CONSUMO FINAL DE LENHA |
mil t |
43976 |
44259 |
0,6 |
|
CONSUMO RESIDENCIAL DE LENHA |
mil t |
21202 |
22129 |
4,4 |
|
CONSUMO DE CARVÃO VEGETAL |
mil t |
7455 |
7037 |
-5,6 |
O principal uso do carvão vegetal ocorre na produção de gusa, entretanto o desempenho negativo se deve ao consumo na produção de silício metálico, que apresentou decréscimo de 32% e à redução do consumo na produção de cimento.
Com um resultado de 173,1 milh tep em 2001, o consumo final de energia apresentou taxa de crescimento de 0,3% em relação a 2000, valor inferior ao crescimento de 1% da OIE em razão do aumento das perdas de transformação decorrentes de uma maior participação da geração térmica na matriz energética.
Poucos são os setores econômicos que apresentaram desempenho positivo no consumo de energia em 2001. São especialmente os setores pouco intensivos em eletricidade ou pouco dependentes de energia elétrica pública.
O setor agropecuário, com grande produção de grãos, o que elevou o consumo de diesel; o setor energético, com aumento das atividades de petróleo e aumento da produção de álcool e o setor de alimentos, com grande crescimento da produção de açúcar, foram os setores que apresentaram crescimento no consumo de energia.
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8. CONSUMO SETORIAL DE ENERGIA - IEA (iii) |
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ESPECIFICAÇÃO |
UNIDADE |
2000 |
2001 |
% 01/00 |
|
CONSUMO FINAL TOTAL |
milh tep |
172,7 |
173,1 |
0,3 |
|
SERVIÇOS (COM+PÚBL.+TRANSP.) |
milh tep |
56,5 |
56,3 |
-0,3 |
|
TRANSPORTE CICLO OTTO |
mil bep/d |
386,0 |
375,0 |
-2,8 |
|
RESIDENCIAL |
milh tep |
20,7 |
20,2 |
-2,6 |
|
AGROPECUÁRIO |
milh tep |
7,4 |
7,8 |
6,0 |
|
SETOR ENERGÉTICO |
milh tep |
12,8 |
13,5 |
5,4 |
|
INDUSTRIAL TOTAL |
milh tep |
61,1 |
61,5 |
0,6 |
|
CIMENTO |
milh tep |
3,3 |
3,3 |
-0,7 |
|
GERRO GUSA E AÇO |
milh tep |
15,2 |
14,8 |
-3,0 |
|
FERROLIGAS |
milh tep |
1,2 |
0,9 |
-22,7 |
|
NÃO FERROSOS |
milh tep |
4,4 |
4,1 |
-6,5 |
|
QUÍMICA |
milh tep |
6,4 |
6,3 |
-1,4 |
|
ALIMENTOS E BEBIDAS |
milh tep |
12,5 |
14,5 |
16,1 |
|
PAPEL E CELULOSE |
milh tep |
6,3 |
6,2 |
-1,2 |
|
OUTRAS INDÚSTRIAS |
milh tep |
5,4 |
5,1 |
-5,3 |
A queda no consumo do transporte Ciclo Otto, de –2,8%, dá mais uma demonstração de que o poder de compra da população tem diminuído sobremaneira nos últimos anos. Os baixos desempenhos do GLP residencial ratificam esta afirmativa.
Os setores intensivos em
energia apresentaram retração na produção física de seus respectivos
produtos: aço (-4,1%), alumínio (-10,9%), ferroligas (-18,5%), cimento
(-1,6%), produtos químicos
(-5,7%) e celulose (-1%).
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9. PRODUÇÃO FÍSICA |
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ESPECIFICAÇÃO |
UNIDADE |
2000 |
2001 |
% 01/00 |
|
AÇO BRUTO |
mil t |
27865 |
26717 |
-4,1 |
|
ALUMÍNIO |
mil t |
1271 |
1132 |
-10,9 |
|
FERROLIGAS |
mil t |
903 |
736 |
-18,5 |
|
CELULOSE |
mil t |
7463 |
7390 |
-1,0 |
|
CIMENTO |
mil t |
39559 |
38938 |
-1,6 |
|
AÇÚCAR |
mil t |
15666 |
19480 |
24,3 |
|
PRODUTOS QUÍMICOS |
mil t |
32466 |
30613 |
-5,7 |
|
VEÍCULOS |
mil unid. |
1691 |
1812 |
7,1 |
A menos da gasolina, álcool e GLP, os demais energéticos apresentaram aumentos nos preços acima do Índice Geral de Preços da Fundação Getúlio Vargas – IGP DI, que foi de 10,4% em 2001.
O preço do gás natural veicular muito abaixo do preço da gasolina é a razão pela qual os táxis e veículos comerciais estão fazendo as conversões para o gás. Da mesma forma, a substituição de óleo combustível por coque de petróleo, principalmente na indústria de cimento, é explicada pelo baixo preço do coque importado.
Em razão do aumento de 28,8% na taxa média de câmbio em 2001, os preços internos, em dólar corrente, mostram variação positiva apenas no gás natural industrial, de 1,2%.
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10. PREÇOS CORRENTES |
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ESPECIFICAÇÃO |
UNIDADE |
2000 |
2001 |
% 01/00 |
|
PETRÓLEO IMPORTADO |
US$/bbl |
29,89 |
25,96 |
-13,1 |
|
GASOLINA VEICULAR - RJ |
R$/bep |
272,7 |
289,1 |
6,0 |
|
ÁLCOOL HIDRATADO - RJ |
R$/bep |
276,6 |
282,2 |
2,0 |
|
GÁS NATURAL VEICULAR - SP |
R$/bep |
105,3 |
126,7 |
20,3 |
|
ÓLEO DIESEL - RJ |
R$/bep |
107,9 |
130,5 |
21,0 |
|
GLP RESIDENCIAL - RJ |
R$/bep |
186,9 |
177,1 |
-5,2 |
|
GÁS NATURAL RESIDENCIAL - SP |
R$/bep |
240,3 |
279,3 |
16,3 |
|
ELETRICIDADE RESIDENCIAL - BR |
R$/bep |
337,1 |
378,1 |
12,2 |
|
GÁS NATURAL INDUSTRIAL - SP |
R$/bep |
51,4 |
66,8 |
30,0 |
|
ELETRICIDADE INDUSTRIAL - BR |
R$/bep |
143,5 |
167,3 |
16,6 |
|
ÓLEO COMBUSTÍVEL NACIONAL |
R$/bep |
53,1 |
62,7 |
18,0 |
|
COQUE DE PETRÓLEO IMPORTADO |
R$/bep |
22,4 |
34,2 |
52,7 |
|
CARVÃO MINERAL IMPORTADO |
R$/bep |
12,1 |
17,1 |
40,5 |
|
ÓLEO COMBUSTÍVEL EXPORTADO |
R$/bep |
38,6 |
43,5 |
12,6 |
Responsável: João Antonio Moreira Patusco
E_mail: joao.patusco@mme.gov.br
Tel: 061 319 5226