Economia & Energia # Evolução das Reservas Internacionais do
Brasil (a partir de 1994) Edição Gráfica: |
Reservas Internacionais do Brasil Responsável: Aumara Feu Reservas Internacionais do Brasil
Observação relativa ao início de 1999: A queda nas reservas brasileiras em termos absolutos teve comportamento diferente da relativa ao PIB. Com a desvalorização do real houve uma redução do valor nominal do PIB em dólares e um aumento na relação reserva/PIB. Depois houve uma queda em valor absoluto e recuperação do relativo. Indicadores da reserva Internacional do Brasil
Reservas de Países em Desenvolvimento
Os três países tentaram manter níveis de reserva muito próximos em relação ao PIB de 1997 a 1999. Depois de 1999, o Brasil passou por um período de declínio no nível das reservas se recuperando no final de 2000. Nota-se, também, que dado o comportamento crescente das reservas do México desde de 1994, seu nível tem se distanciado dos outros países no final do período. Observação: A crise do México (1994/1995) provocou queda nas reservas dos três países. A Asiática (1997) e a da Russa (1998) abalaram somente as reservas do Brasil. Em 2000, as reservas brasileiras caíram, enquanto a dos outros países, Argentina e México, permaneceram constantes em termos relativos. Reservas Internacionais do Brasil em %PIB e em US$ bilhões
No ano de 1998, quando as reservas atingem 5,2% do PIB, o governo Brasileiro recorre à ajuda do Fundo Monetário Internacional - FMI. A ajuda, no entanto, não contém a fuga de divisas, levando o governo, em janeiro de 1999, a desvalorizar o real, elevando o nível das reservas: primeiro em % do PIB, dada a queda no valor do PIB em US$, e depois em valores nominais. Esta recuperação, além de não ter sido suficiente para retomar o patamar anterior a crise Russa, só dura até o final do ano de 2000, quando as reservas voltam a apresentar tendência declinante, chegando no meio do ano 2000 ao seu menor nível pós-real. Reservas em Países Desenvolvidos
Fonte: e&e e Banco Central |