Economia & Energia
Ano I - No 4
Set/Out 1997

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Depleção de Petróleo
A Dívida Brasileira
Neointervencionismo
Cogeração no ES
Equipe e&e
Vínculos

Edição Gráfica:

MAK
Editoração Eletrônic
a
marcos@rio-point.com
Revisado:
Sunday, 13 December 1998.


Parte 1

Parte 2

Anexo.

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ANEXO

FIGURAS DO TRABALHO DA PETROCONSULTANTS

Petroconsultants C.J. Campbell : Oil Depletion Model

Figura A1

A descoberta de poços gigantes ao longo do tempo praticamente está reduzida a zero. Isto é um forte indicativo de esgotamento da possibilidade de incrementar significativamente as reservas mundiais.

Quanto ao processo de exploração de petróleo existem três grupos de países os que não têm preocupação estratégica e adotam a política de crescer suas importações até um máximo que coincide aproximadamente com o ponto médio das reservas totais. Países com preocupação estratégicas que passam por um plateau e países que assumem o papel de regular o mercado.

No primeiro grupo o exemplo padrão é o de Trinidad Tobago que apresenta uma simetria em relação ao ponto médio. Em outros países a existência de mais de um grupo de descobertas (geralmente associado ao choque de petróleo) faz aparecer dois picos.

A seguir está representados o exemplo de Trinidad. Países como Áustria e Canadá seguem padrão parecido.


Figura A2

Figuras A3 e A4

Como países que adotaram uma produção estratégica poderemos considerar os Estados Unidos a antiga União Soviética (FSU) e a Hungria.

Figuras A5 e A6

Figura A7

Como exemplo de países de produção "tampão" pode-se mostrar a Arábia Saudita e o Kuwait (notar o efeito das perdas na Guerra com o Iraque contabilizado como produção (cerca de 30% do consumo mundial de petróleo em um ano).

Figuras A8 e A9

O Brasil só atingiria o ponto médio de suas reservas em 2008 e seguiria, segundo os países o esquema de países sem preocupação estratégica. Para a Argentina o estudo espera produção decrescente nos próximos anos já que aquele país teria já ultrapassado o ponto médio de suas reservas.

Figuras A10 e A11